segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Fantastic Beasts and Where to Find Them (2016)

~ Sinopse


Fantastic Beasts and Where to Find Them é um filme baseado num dos livros didáticos que aparece durante a saga de Harry Potter. Este filme decorre 70 anos antes do aparecimento de Harry.  Newt Scamander é um cientista que catalogou uma série de criaturas mágicas ao longo da sua carreira. Infelizmente, no final da sua expedição a sua mala é extraviada e algumas dessas criaturas acabam por fugir.
 


~Opinião 

O que adorámos neste filme foi o facto de não estar nada associado ao Harry Potter (apesar de tudo). É um filme da mesma escritora, tem as mesmas bases, contudo o único inglês naquele filme é o ator principal,  a cidade é outra e não é mais uma historia sobre o Harry Potter. Temos uma nova história naquele mundo mágico que toda gente adora.

Os monstros não são assim tãooooo fantásticos: depois de termos já visto dragões, sereias, hipogrifos entre outros é difícil ficarmos surpreendidos. Porém, existem uns super engraçados e outros que trazem aquele encanto, acaba por nos surpreender de outra forma.



A única historia que já ouvimos antes, embora muito pouco explorada, seja a do Gellert Grindelwald, que vai ser interpretado pelo Johnny Depp, provavelmente, no próximo filme (a estrear em 2018). Só com esta noticia já ficamos com água na boca, até porque Dumbledore também vai aparecer de certeza e vamos poder assistir aquela batalha épica.


Adorámos a performance do grande Eddie Redmayne e Dan Fogler que deu a parte cómica toda ao filme.


segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Pride and Prejudice a dobrar

Esta semana temos um post diferente. Trazemo-vos um post dedicado a dois filmes com uma pequena opinião sobre ambos. Pelo título podem adivinhar quais são!

~Pride and Prejudice (2005)


Quem nunca viu este filme, nem que seja só parte dele? Este romance esteve nomeado para quatro óscares em 2006. Pride and Prejudice é um filme muito romântico, com a lamechice típica do antigamente acompanhada pelo preconceito entre classes sociais e orgulhos pessoais. Neste filme conhecemos Elizabeth Bennet, uma rapariga de ideias fixas, e o Sr. Darcy, um homem orgulhoso e frio. Entre muitas peripécias e mal-entendidos estes acabam criar uma relação muito particular.

~Pride and Prejudice and Zombies (2016)


Ora anos depois, temos zombies a juntar-se a este romance. Nesta versão do filme, o reino unido encontra-se cercado por uma praga de zombies que se alimenta de cérebros humanos. Os cidadãos devem de aprender a identificar um zombie e devem de saber matá-lo mesmo que se trate do seu melhor amigo transformado em zombie. Claro que no meio desta história existe também uma Elizabeth e um Sr. Darcy que se apaixonam igualmente. Mas a história acaba por ter muito mais sangue e gente morta (e semi-morta) do que no de 2005.

~Opinião

Bem, nem sabemos por onde começar…
Estes filmes são completamente diferentes dentro das suas semelhanças. Enquanto o Pride and Prejudice de 2005 apresenta um romance muito romântico (pedimos a desculpa pela redundância, mas é mesmo assim), sem grandes lamechices muito forçadas e com um amor visivelmente puro entre as personagens principais, não podemos dizer o mesmo do segundo.

As "Elizabeth"es em cima a de 2016, em baixo a de 2005 
Não consideramos que o filme lançado em 2016 seja de modo algum um remake do primeiro. Achamos que a única relação entre os dois filmes será o nome e pouco mais. Muito sinceramente, e se pensarmos em fazer comparações sérias, o filme de 2016 descaracteriza imenso a essência do filme original. Não acrescenta mais do que zombies à história inicial e não podemos dizer que tenha sido uma escolha feliz. No livro  Pride and Prejudice  de Jane Austen não há zombies, há só um romance e tão bonito. Para quê zombies?!


As intenções do Sr. Darcy de 2016, que devia de ser um cavalheiro, são demonstradas de uma forma tão pouco própria e o contexto em que estas são demonstradas deixam muito a desejar. O próprio Sr. Darcy acaba por ser uma pessoa completamente diferente da apresentada em 2005. Na nova versão de Darcy o orgulho é substituído por uma presunção e arrogância.
E os zombies?! Okay, estão na moda, mas na história nem faz sentido. Aparentemente, Jane é mordida por um zombie, o que tecnicamente a faria transformar-se num zombie. Por que é que isso não acontece?!

Resumindo: vejam o Pride and Prejudice de 2005. É um bom filme, com bons atores! Os zombies só trouxeram mesmo podridão à história original. Um grande “NÃO” para o Pride and Prejudice and Zombies.


segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Dr. Strange (2016)

~Sinopse

Um cirurgião brilhante, contudo, arrogante vê-se desamparado após a sua carreira ser destruída. No entanto, um feiticeiro apresenta-lhe uma nova oportunidade para a sua vida quando lhe propõe uma suposta cura. Dr. Strange acaba por se tornar num Mago Supremo impedindo um feiticeiro de magia negra de se apoderar do mundo.

~Opinião

Este filme levanta uma série de pontos interessantes que merecem a nossa reflexão. Por um lado mais um super herói da Marvel, por outro uma história de superação pessoal.

Em geral, Dr. Strange fala, principalmente, da adaptação a uma nova condição de saúde. Stephen vê-se incapaz de exercer a sua profissão, escrever o seu nome ou até fazer a barba sem auxílio de alguém. A sua revolta leva-o à negação do problema: são seria nunca mais capaz de exercer a sua profissão novamente. Porém, a esperança de uma cura milagrosa leva-o numa busca por si próprio uma vez mais. De notar que os danos físicos provocados não foram curados de maneira alguma. A forma como ele os percepciona é que mudou. Todo o trabalho de busca interior levou-o a transcender -se e descobrir uma nova forma de salvar vidas para além do bloco operatório.


Devemos ainda salientar o facto dos casos dados como perdidos poderem não estar assim tão perdidos como se diz. Os pequenos milagres acontecem e por vezes, o facto de não conseguirmos atingir determinado objetivo passa por ultrapassarmos barreiras postas por nós próprios. Só sabendo as nossas limitações é que é possível o crescimento pessoal.



Consideramos que Dr. Strange é um filme que merece o nosso tempo, é mais do que um super-herói: é alguém que aprendeu a superar as adversidades do seu percurso e encontrou um novo sentido para a sua vida.

Vai te fazer saltar da cadeira, sem dúvida!

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Michael Bay e os seus filmes


Biografia 

Michael Bay nasceu a 17 de Fevereiro de 1965 em Los Angeles, sendo adotado por um casal judeu, Harriet e Jim. Realizou os seus estudos superiores no  Art Center College of Design, acabando por chamar a atenção dos produtores Jerry Bruckheimer and Don Simpson, pelos seus filmes promocionais e videoclips que realizou no início dos anos 90. Com o Michael na mira, estes produtores acabaram por contratá-lo para a direção do filme Bad Boy (1995).

Bay é conhecido por produzir filmes com um orçamento bastante generoso, variando entre 260 milhões de dólares e 19 milhões de dólares!
Conhecido por filmes como Transformers, Pearl Harbor, Armageddon entre outros êxitos, este director e produtor americano conta com uma prateleira com o prémio Saturno para melhor director no filme Armageddon e alguns prémios Razzie (por mais contraditório que possa parecer). De uma forma geral, e apesar do que os prémios possam dizer, acreditamos que Michael Bay é um director bastante mediático e com alguns bons filmes dos quais queremos destacar.

The Island (2005)


Quem ainda não viu este filme, por favor veja-o agora! The Island é um filme extremamente actual que levanta pontos muitíssimo interessantes no que diz respeito à clonagem e ao valor da vida humana. Conta com a participação de Ewan McGregor, Scarlett Johansson, Djimon Hounsou, Sean Bean, Michael Clarke Duncan, Steve Buscemi entre outros atores. É um filme de ficção cientifica que vale cada minuto passado a vê-lo! É mesmo muito bom!


No Pain no Gain (2013)

No Pain no Gain é uma comédia de ação baseada na história de Daniel Lugo, um cidadão que foi sentenciado à morte pelo rapto e mutilação de dois corpos em 1995. Alguns críticos dizem que este não é dos melhores filmes da carreira de Michael Bay. De facto não está nada por aí além. É um filmezinho normal, é interessante por se basear em factos reais, mas não é um must see deste produtor. No entanto merece o nosso destaque, por mais não seja pela participação dos atores Mark Wahlberg, Dwayne Johnson e Anthony Mackie.



Armagedon (1998)

Armageddon conta-nos a história de um meteorito que se encontra na trajectória da Terra pronta para liquidar a espécie humana. Para tal contamos com a intervenção da NASA que não tem outro remédio se não contratar uma equipa controversa de perfuradores especializados.
Este filme foi um sucesso na época. Quem ainda hoje não se recorda deste filme, ou até mesmo quando o vê na tv não quer parar de fazer zapping ?
Com a participação de grandes estrelas como Bruce Willis, Liv Tyler e o menino de Hollywood da época Ben Affleck e claro na grande música dos Aerosmith  “ I Don´t Miss a Thing”.




Transformers ( 2009-2017)


Estes filmes não precisam de resumo, todos sabemos de uma forma geral o grande enredo por detrás deles e sendo que esta saga já conta com 4 filmes sendo que em 2017 contará com outro, Transformers: The Last Knight, não precisa de apresentações.
Michael Bay tem-se esmerado com esta saga dos Transformers, uma vez que tem vindo a ganhar fãs desde 2009, quando ainda contava com a participação de Shia LaBeouf e Megan Fox, contudo com o passar do tempo o franchising ganhou mais que continuar com a participação desses atores passando a ser constituído por Mark Walhberg como personagem principal.




Fiquem atentos aos próximos posts ....








segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Sausage Party (2016)

~ Sinopse


Num supermercado normal, os alimentos, conservantes etc ganham vida cantando canções em honra dos seus deuses: Nós !
Contudo, uma salsicha chamada Frank vê-se envolvido numa série de confusões que o levam à procura de respostas sobre a sua vida que aparentemente não é tão perfeita como ele achava que era.
Um filme que conta com Seth Roge e Jonah Hill.


~ Opinião

Antes de mais, apelamos ao bom senso dos pais e, por favor, não levem os vossos filhos a verem este filme! Isto não é (DE TODO) um filme para menores de 14 anos, e pomos as nossas dúvidas mesmo nos pré-adolescentes de 14 anos.

Apesar do filme ser na sua integra uma comédia muito pouco elaborada nas suas piadas, podemos tirar uma ou duas ideias engraçadas. Para já, alguns dos alimentos que aparecem no filme não são nossos conhecidos e por vezes certas piadas tornam-se imperceptíveis ou difíceis de entender.


Ao longo do filme é posta em causa as crenças religiosas e o propósito de vida de cada um dos alimentos. A existência de uma vida melhor para além daquilo que é conhecido por cada um é um facto transversal a cada um dos alimentos, podendo esta ser transposta para a realidade humana. Porém, nem todos acreditamos no mesmo…  A busca  por um sentido para a nossa vida acaba por estar de mãos dadas com aquilo em que acreditamos, ou não. Foi o que se passou com Frank! Aquilo em que toda a gente acreditava não funcionava para ele e, por isso, foi à procura de respostas. E encontrou-as!



A conclusão que tiramos do filme é que os deuses nos impedem de seguir os nossos impulsos sexuais, acabando por nos transmitir a ideia de que não devemos de levar nada ao extremo. No entanto, acaba por ser um pouco controverso uma vez que o filme é um exagero de cenas com conotação sexual. A religião é vista como um estorvo: não precisamos de seguir deuses, basta seguirmos os nossos impulsos sexuais. Um pão pode ser preenchido com qualquer coisa, desde que seja preenchido... A nosso ver é uma perspetiva de vida limitada, mas se serve de crença para alguém, temos é de respeitar. 


segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Captain Fantastic (2016)

~Sinopse

Numa família de 6 filhos, educada a viver na mata, a sobreviver independentemente dos obstáculos, a caçar para comer e ter uma educação avançadíssima em termos de conhecimentos intelectuais e culturais, após enfrentados com a morte da sua progenitora e esposa terão de voltar à sociedade e lidar com outros familiares e até mesmo com problemas já existentes no seu próprio circulo familiar.
Um excelente drama que nos leva a pensar um pouco sobre respeitar as crenças ou religiões de cada um, a educação que a nossa sociedade cultiva e a importância da família.


~ Opinião

Este filme retrata o choque entre os extremos e a importância de encontrarmos o equilíbrio para evitar males maiores. Por um lado temos a educação dita "tradicional" e por outro uma educação "nada tradicional" em que ambas acabam por ter pontos a favor e pontos contra. Na educação tradicional os miúdos estão na escola a fazer amigos e a viver vida de crianças, a brincarem com jogos de vídeo e assim, acabando por não saber certas coisas do mundo dos adultos, como o que é viver em situações de sobrevivência ou até mesmo questões de cultura geral.
No caso da família do Capitão, toda aquela alienação da "realidade" acaba por lhes dar um conhecimento de sobrevivência, quase animalesca para certas situações. Mas o facto de viverem "isolados" acaba por tornar difícil a socialização para fora da família, acabando por termos vários exemplos ao longo do filme. É desta socialização que nós aprendemos as regras da civilização atual e sem elas podem surgir ações que não são corretas, como roubar comida de um supermercado, tentar raptar entes queridos porque estes têm uma opinião diferente acerca do nosso modo de vida, ou até desenterrar pessoas mortas!


Para além disto, Captain Fantastic acaba por nos levar a pensar a quão inculta a nossa sociedade se encontra e quão baixo é o nível de argumentação entre pessoas (podemos muito bem olhar para os debates dos nossos vizinhos americanos para nos apercebermos disto mesmo). Achamos que a chave mestre deste filme é o encontro com o equilíbrio. Saber viver para além dos vídeo jogos e da escola, mas também saber viver para além das escaladas e de uma casa construída na árvore. Para além disso, não podemos descorar a importância de sermos autodidatas em certos assuntos, porque a escola não nos vai dar tudo aquilo que precisamos para enfrentar a vida. Mais a mais, e pegando nos conhecimentos que as crianças tinham, tal sabedoria levaria anos a ser desenvolvida e, provavelmente,  para atingir aquele patamar ter-se-ia de gastar uma nota preta só para o acesso a certos materiais.

Como nota final, é um bom filme, misturando um bocadinho de comédia e drama na quantidade certa. 

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Nerve (2016)

Sabem aquele filme que já estão fartos de ouvir falar mas que acham que não vai valer nada mas afinal somos agradavelmente surpreendidos? Sim, este é um desses filmes.


~Sinopse

Numa época cada vez mais governada por aplicações e partilha de imagens, surge o jogo Nerve. Este jogo consiste na realização de desafios propostos por espectadores da própria aplicação aos jogadores. Os desafios podem ir desde beijar um estranho até ficar pendurado num edifício durante um determinado tempo. É nisto que Vee (Emma Roberts) se envolve. Uma moça tímida, tão pouco aventureira, acaba por se inscrever no Nerve como jogadora. O que é que lhe vai calhar na rifa e como é que ela se vai livrar disto?


~Opinião 


Este filme de facto superou as nossas expectativas. O que aparentemente parecia apenas mais um filme romântico com um pouco de ação, acabou por revelar-se algo mais.
O que mais nos surpreendeu foi toda a mensagem do filme camuflada com um jogo online semelhante ao tradicional “ verdade ou consequência”. Este filme realça a sociedade em que vivemos, haver pessoas que são meramente observadoras na sua própria vida e aquelas que aceitam desafios e que realmente vivem a vida. Toda esta realidade entrelaçada com os perigos da internet. Sejamos francos, hoje em dia está tudo conectado à internet. Podemos visualizar a nossa conta via internet, podemos comprar coisas pela internet, podemos até mesmo descobrir aquele número anónimo que nos anda a incomodar, para não falar nas redes socias. Atualmente tudo se sabe, basta ir à conta de facebook. E isto são as coisas mais básicas.


Neste filme, os “vilões” anónimos (que permaneceram anónimos) conseguem adicionar ou tirar todo o dinheiro na conta bancária do jogador, saber aonde ele esta a toda a hora, usar o perfil da rede social para conhece-lo melhor de forma a poder desafiá-lo da melhor forma e pior … tornar a pessoa prisioneira do jogo.

Não só se mostra interessante nesse ponto, mas como reflete a sociedade, ponto este que mencionamos há pouco. Para muitos esse jogo não era apenas para ganhar dinheiro mas sim para se tornar famosos, os ditos 5 minutos de fama, quantos mais observadores melhor. E a cereja no topo do bolo é sem dúvida o mais surpreendente… a forma como as pessoas conseguem ser influenciadas por multidões ou pelo anonimato para tomar más decisões mas quando confrontadas pelos seus atos meramente fogem das consequências, desresponsabilizando-se da cumplicidade que têm em determinados comportamentos. A culpa é partilhada entre quem vê cometer um crime e não faz nada para o impedir, e  quem comete o crime propriamente dito.

Em relação à parte romântica do filme, achamos que foi um pouco forçada. Apenas para dar aquele toque cliché à coisa tornando-se um pouco irreal e irrelevante. Sendo da nossa preferência um final diferente, embora seja perfeitamente lógico/comercial a escolha desse final romântico.
De uma forma geral, gostámos imenso do filme e aconselhamos a sua visualização.


terça-feira, 11 de outubro de 2016

E os Nomeados para o Nobel são ...

Uma Mente Brilhante (2001)

Inspirado na história de John Nash Jr., vencedor de 4 Óscares em 2002 estando entre eles o Óscar para melhor filme e para melhor atriz no papel secundário. Uma Mente Brilhante (Título em português) é um filme autobiográfico que relata a ascensão até ao prémio Nobel da economia de John Nash em 1994. O filme mostra o percurso atribulado devido à condição psiquiátrica de Nash bem como a forma que ele arranjar para conseguir ultrapassá-la.  Dos melhores filmes que podem existir. Merece ser visto e revisto sem moderação! 


Invictus (2009)

Invictus é um filme autobiográfico sobre Nelson Mandela, vencedor do prémio Nobel da Paz em 1993. Após 27 anos de prisão  Mandela é libertado e torna-se presidente da África do Sul. Num tempo dominado pelo apartheid, cabe a Madiba (nome de tribo de Nelson Mandela) tentar acalmar os ânimos entre brancos e negros. Para isso, Mandela acaba por recorrer ao râguebi para tentar arranjar um objetivo comum para ambas as raças: vencer o Campeonato Mundial de râguebi. Mais um filme que promete um bom bocado. Arriscamo-nos a dizer que é um must see!


He Name Me Malala (2015)

Malala Yousafzai é uma adolescente ativista dos direitos das mulheres e jovens, tornando-se a pessoa mais nova a ser premiada com um Nobel da Paz em 2014.
Este documentário é sobre a curta vida da mesma, tendo apenas na atualidade 19 anos, esta já conquistou e incentivou muitas pessoas pelo mundo com os seus discursos e influencias. No espaço de 1h e pouco conseguimos entrar um pouco na sua infância, a origem do seu nome, dos ataques Talibã, da sua tentativa de assassinato, a sua recuperação e principalmente na sua luta contra a desigualdade.
É um documentário que inspira e sem dúvida nos deixa a pensar … Que num mundo tão grande e vasto, o que é tomado como garantido e desvalorizado para uns, para outros é um bem precioso.


Selma: A Marcha da Liberdade (2014)

Martin Luther King não necessita de apresentações, um ativista e lutador a favor da igualdade das pessoas de cor ganha vida neste filme que nos conta os detalhes da incógnita marcha desde Selma a Montgomery, Alabama em 1965. Tudo para conseguir o direito ao voto.
Um filme imperdível, com a estupenda atuação de David Oyelowo.  


segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Ghostbusters (2016)



~ Sinopse


Quando na cidade de Manhattan começam a surgir aparições fantasmagóricas, 4 entusiásticas mulheres juntam-se para capturar e revelar a todo o mundo que fantasmas de facto existem e que elas não são cientistas malucas (só um bocadinho). Terão de lutar contra o próprio governo, sentimentos de revolta e um maluco para salvar o mundo.

 ~ Opinião 



Em comparação com os filmes anteriores dos Ghostbusters achamos que esta versão mais moderna perdeu a qualidade de comédia que conhecemos nos filmes anteriores. Apesar de este continuar a ser um filme para rir, as versões de 1984 e 1989 têm umas piadas um pouco menos “parvas”, sendo ainda possível mandar algumas gargalhadas, não se preocupem.
Ainda a comparar os três filmes, nós ficámos sem perceber se isto era uma continuação de alguma coisa ou se era um remake. Por um lado houveram partes que se notava claramente que era um remake. Mas por outro lado colocaram personagens dos filmes anteriores em papeis secundários o que quase sugeria uma ligação com os filmes anteriores. Pode ter sido uma piada mesmo do realizador do filme. Quem sabe?

Agora em relação à história. Houveram aqui uns quantos pontos que não percebemos muito bem. 
!! SPOILER ALERT!! :
·         As jovens conseguem finalmente apanhar um fantasma (YEAAA!), mas deixam-no fugir (buhhh…). Porém passado um tempo a moça que cria as armas aparece com umas engenhocas novas que só destroem só fantasmas. Pergunta: onde é que testaram isso?... hmm…
·         O final! Já se previa o que iria acontecer para elas vencerem o mal, mas quer dizer, a Erin descobre o que o vilão anda a tramar no livro que ELA e a ABBY escreveram. É só a nós que isso não faz muito sentido? É que ainda por cima a Abby tinha continuado no mundo paranormal. Não era previsível alguém saber o que se estava a passar?


Assim sendo, é um filme engraçado. Imperdível? Nem por isso. Temos a certeza que o iremos ver num sábado ou domingo à tarde da televisão pública.